E quando usar o que sabe, não se esqueça que há ainda, as coisas que você sabe fazer, mas não sabe porque.

-Eu mesmo-

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Irreal

Parecia ser verdade
E segui com toda emoção
Mas algo não respondia
Quebrando minhas direções

Se tivesse como encontrar
Precisei eliminar a mim
Foi dai que pude ver
Não pude me impedir a tempo

Pra manter, eu não sei
Mas me importei
E vi tudo, desaparecer
Fez doer...

(♫)

(Eu, Ailton, advirto que estes versos são parcialmente influenciados por experiências e impressões, somente. Embora que, não há como impor esta situação descrita acima, como uma solução. Ela apenas ocorre. Cada um que o sofre, pode agir depois, de inúmeras formas. Particularmente, eu não concordo com tais sentimentos, nem que elas tenham que existir. Acredito que é preciso enfrentar a realidade que há em ti e pôr pra fora. Sem teimosia. Sem novela. Sem covardia.)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Self?

Tantos instintos, tantas artes
A se apreciar, e sem nenhuma razão
E enquanto tudo, se torna rotinas
Abro outras portas
Sorrio após elas

Self, será que isso existe?
Quando tantas invenções, sobre minha mente,
Agita a cada expansão
Expande a dor e a sensação
Que permaneço em um sonho
Virtuoso...



(Eu, Ailton, advirto que esta sensação parece fabuloso de se ter, embora há quem não aprecie, pois, pode tornar-se um pouco mais irracional do que poderia. No momento em que digito (11/04/2011), eu passo por tal sensação. E estou adorando. Mas sei que um dia, posso mudar de concepção. Afinal, mesmo eu querendo ser muitas vezes, não creio que ninguém possa ser imparcial por completo.)